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Guia do iniciante Simples

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Mensagem por gaming´s em Sab Fev 12, 2011 3:49 pm

Guia do iniciante
Video aulas e cursos recomendados:

Criando seu site (Intermerdiário)
Curso PHP

Curso PHP
Modulo 001
PHP Módulo – 1
Introdução

O que é PHP?
Pra que serve o PHP?
Como funciona o PHP?
Dicas úteis na hora de programar
Variáveis
Operadores


O que é PHP?

PHP significa Personal Home Page ou Hypertext Preprocessor, é uma linguagem de script Open Source
E ela não precisa ser compilada, o PHP é executado no servidor e é processado na hora que a página for executada.

Pra que serve o PHP?

Para o desenvolvimento de aplicações Web ou sistemas intranet.
E o PHP conecta com diversos bancos de dados
O PHP também faz sistemas de controles statisticos, bate papos, fórum, portais, enquetes, blogs, entre outros sistemas conhecidos.

Como Funciona o PHP?

O PHP funciona sendo executado por um programa servidor web configurado com o PHP como CGI ou filtro isapi e o PHP processa a página e envia apenas o resultado do processo em HTML para o usuário

CGI – Commom Gateway Interface (Interface Comum de Gateway) é uma interface definida de maneira a possibilitar a execução de programas sob um servidor

ISAPI é uma DLL personalizada que está no mesmo espaço de memória que o servidor Web, e é chamado pelo servidor da web em resposta a cada solicitação HTTP.

O PHP só é interpretado dentro das tags simples ou para suporte a XML ou XHTML
O PHP também funciona com essas tag:


Código...

O PHP também funciona com tags ASP: <% %>

Uma página em PHP tem que ter a extensão .php
Se não for usar nenhuma tag PHP na página deixa a com .html
Daí o PHP não precisara ficar lendo essa página em busca de tags php

e no final de cada linha você precisa usar um ;( ponto e vírgula ) idêntico à linguagem C

echo() é construtor da linguagem ele serve para exibir algo na tela e não é obrigatório usar parênteses ().

Use ‘ ( Apóstrofos ) para delimitar a string( textos ) do seu script exemplo:


ou modo simples para uma linha:
As “ ( aspas ) se a string é delimitada entre “ ( aspas ), o PHP entende mais seqüências de escape para caracteres especiais:
\n = nova linha
\r retorno da linha
\t tab
Também da para delimitar as string usando a sintaxe heredoc (“<<<”) exemplo:

$string = <<Exemplo de uma string
distribuída em várias linhas
utilizando a sintaxe heredoc.
EOD;

Embutido dentro do HTML:



Titulo


echo “ola mundo”;
?>




Ou você pode dar um echo nas tags HTML dentro do PHP exemplo:


echo “PHP”;

?>


echo “Link”;

?>

Dicas uteis na hora de programar

Para desenvolver um script e evitar erros

Programe com essas opções no php.ini:

display_errors = on => deixa ativado a opção para exibir mensagens de erro ou alertas e avisos sobre alguma coisa que esta errada
display_startup_errors = On => use essa opção em on só na hora que estiver desenvolvendo seus script ,tem erros que são iniciados e o display_errors não mostra
error_reporting = E_ALL => mostra todos possíveis erros
register_globals = off => a partir do PHP 4.2.0 passou a se usar ela em off por motivo de seguranças

exit; serve para a execução do script ,então use o exit sempre que quiser debugar seu script, ou em funções e estruturas de controles
outras dicas nunca esqueça de colocar o ; ( ponto e vírgula ) no final de cada linha

e sempre usar as aspas ou apostrofos em string exemplos:

$nome = "Mario";
$array['array1'];
$_POST['campo'];
echo "Bom estudo";
Variáveis

As variáveis no PHP são representadas por um cifrão ($) seguido pelo nome da variável. Os nomes de variável no PHP fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas.
Um nome de variável válido se inicia com uma letra ou sublinhado

Atribuindo valores a uma variável:

$teste = "testando";
$numero = 1234;
$teste2 = "testando 1234";
Operadores

Concatenando uma variável

Concatenar significa juntar as variáveis e no PHP usa-se o . ( ponto ) para juntar as variáveis

Exemplo:

$nome = “João “;

Reparem que tem um espaço depois do nome isso é feito para quando juntar as variáveis nome e sobrenome não ficar grudado JoaoSantos

$nome = “João “;
$sobrenome = “Santos”;
$nome_completo = $nome.$sobrenome;
ou
$nome_completo = $nome;
$nome_completo .= $sobrenome;

Somando

$valor = 100;
$valor += 200;

ou

$valor = 200 + 100;

Subtraindo

$valor = 300;
$valor -= 100;

ou

$valor = 300 – 100;

Mutiplicando

$valor = 300;
$valor *= 100;

ou

$valor = 300 * 100;

Operadores Aritméticos

$a + $b Adição Soma de $a e $b.
$a – $b Subtração Diferença entre $a e $b.
$a * $b Multiplicação Produto de $a e $b.
$a / $b Divisão Quociente de $a por $b.
$a % $b Módulo Resto de $a dividido por $b

Operadores de comparação

$a == $b Igual Verdadeiro (TRUE) se $a é igual a $b.
$a === $b Idêntico Verdadeiro (TRUE) se $a é igual a $b, e eles são do mesmo tipo (somente para PHP4).
$a != $b Diferente Verdadeiro se $a não é igual a $b.
$a <> $b Diferente Verdadeiro se $a não é igual a $b.
$a !== $b Não idêntico Verdadeiro de $a não é igual a $b, ou eles não são do mesmo tipo (somente para o PHP4).
$a < $b Menor que Verdadeiro se $a é estritamente menor que $b.
$a > $b Maior que Verdadeiro se $a é estritamente maior que $b.
$a <= $b Menor ou igual Verdadeiro se $a é menor ou igual a $b.
$a >= $b Maior ou igual Verdadeiro se $a é maior ou igual a $b.

Operadores Lógicos

$a and $b E Verdadeiro (TRUE) se tanto $a quanto $b são verdadeiros.
$a or $b OU Verdadeiro se $a ou $b são verdadeiros.
$a xor $b XOR Verdadeiro se $a ou $b são verdadeiros, mas não ambos.
! $a NÃO Verdadeiro se $a não é verdadeiro.
$a && $b E Verdadeiro se tanto $a quanto $b são verdadeiros.
$a || $b OU Verdadeiro se $a ou $b são verdadeiros.

Operadores de Incremento/Decremento

++$a Pré-incremento Incrementa $a em um, e então retorna $a.
$a++ Pós-incremento Retorna $a, e então incrementa $a em um.
–$a Pré-decremento Decrementa $a em um, e então retorna $a.
$a– Pós-decremento Retorna $a, e então decrementa $a em um

Fim do Módulo – 1


Modulo 002
PHP Módulo – 2
Introdução

Conceitos básicos sobre a Internet em modo geral
Variáveis variáveis
Estruturas de Controle
Funções
Return

Conceitos básicos sobre a Internet em modo geral

Internet é uma rede de comunicações de abrangência mundial e a World Wide Web é uma forma particular de utilização
da Internet. A World Wide Web ou WWW, ou W3 é um dos serviços baseados em hipertextos.
A Web é o conjunto de todos navegadores, serviços, arquivos ou recursos,e qualquer outro serviço disponível através do
browser.

A Web está relacionadaa à distribuição de documentos e informações pela Internet, e o HTTP tem a função
de servir como protocolo de rede da Web.

Protocolo de Comunicação

Um protocolo é um conjunto de regras que administra procedimentos de troca de informações

HTTP

O HTTP (HyperText Transfer Protocol) surgiu em volta dos anos 90 no CERN (European Center for high-Energy Physics) na Suíça. Quem criou o HTTP foi um fisico inglês seu nome era Tim Berner-Lee.
O Protocolo HTTP é um protocolo de rede utilizado para entregar virtualmente todos os arquivos e outros dados.

O HTTP é responsável pela maioria das transações realizadas na Internet . O surgimento do HTTP veio da necessidade de distribuição
de informações na Internet, e para que essas transferências fossem possíveis houve a necessidade de criar um padrão de comunicação
entre clientes e os servidores Web, ou seja, de que forma seria feita as requisições de dados e como seriam aceitas e respondidas
pelos servidores de recursos na Internet.

TCP/IP

O TCP/IP (Protocolo de Controle de Transmissão/Internet Protocol) (TCP) Tem como função deixar confiável a transferência de informação
(IP) recebe ou envia pacotes individuais de informações e os envia ao seu destino certo. O TCP/IP cria a conetividade entre navegadores e servidores, a Web também utiliza seu próprio protocolo o HTTP para troca de informações entre
clientes e servidores. O HTTP é utilizado pelos clientes para requisições de documentos ou serviços dos servidores e
o HTTP funciona com a conexão TCP/IP (sockets TCP/IP).

HTML (HyperText Markup Language) ou Linguagem de marcação de Hiper Textos estabelece o conteúdo de um documento hipertexto conforme
a World Web Consortium (W3C).

URL,URI,URN

URL (Uniform Resource Locator), URI (Uniform Resource Identifier) URN (Uniform Resource Name)
URI é uma forma generalizada para se referir a um recurso: um recurso inclui um URL e um URN, ou seja, URN se refere ao nome do recurso em si
por exemplo um arquivo e a URL se refere à localização desse recurso, e ambos formam um URI: a identificação uniforme de um mes recurso

XHTML e XML

XHTML é considerado o futuro do HTML e uma forma de transição para XML. XHTML possui elementos de formatação da HTML 4.01, mas possui alguma regras definidas pela XML. XML é um padrão para descrição de dados, ao passo que HTML se limita à descrição de conteúdo.

XML

XML (Extensible Markup Language) permite que você crie seus próprios conjuntos de elementos de marcação, o XML torna possível a a estruturação dos dados

GET

O GET é o método padrão para recuperar ou requisitar um recurso por meio do protocolo HTTP. O GET solicita ao servidor para que encontre e retorne qualquer dado que estiver identificado pelo URI. Se o URI apontar para um arquivo, o servidor deverá retornar o arquivo(um recurso estático), se apontar para um script.

CGI(um recurso dinâmico) o servidor deverá retornar o resultado do script executado.

POST

A requisição por meio do método POST é utilizada para enviar dados ao servidor para serem processados e trabalhados de alguma forma de
programa. O uso mais comum do método POST é submeter um formulário de dados, nesse caso o cabeçalho Content-Type muitas veses possui a descrição application/x-www-form-urlencoded e o cabeçalho Content-Length fornece o comprimento dos dados do formulário codificado na URL.

O método GET também pode ser utilizado para submeter e enviar dados de um formulário, mas esses dados serão codificados na URL e anexados à URI.

O método POST oferece maior segurança em relação aos dados transferidos, pois os dados farão parte do corpo da mensagem, enquanto no GET os dados serão anexados à URL, ficando a mostra para o usuário, podendo ser alterados facilmente antes de serem enviados.

Variáveis variáveis

Variáveis são os nomes de variáveis que podem ser criadas e utilizadas dinamicamente. Uma variável normal é criada numa instrução como:

$a = “Ola”;
?>

Uma variável pega o valor de uma variável e a trata com o nome de uma variável. No exemplo acima, hello pode ser utilizada como o
nome de uma variável utilizando dois sinais de cifrão:

$a = “Ola”;

$$a = “Usuarios”;

echo “$a $Ola”;
?>

Estruturas de Controle

O que são estruturas de controle?

São contruções da linguagem que permitem que você controle o fluxo do seu programa…número de vezes que ele será executado…como e quando ele será desviado…enfim as estruturas de controle estão entre as mais importantes implementações das linguagens de programação, incluindo o PHP…
As estruturas de linguagem implementadas no PHP são:

if;
else;
elseif;
while;
do.. while;
for;
foreach;
break;
continue;
switch;

If – É com certeza uma das mais importantes estruturas de controle do PHP. Ela permite a execução condicional de um pedaço do seu código… A sintaxe da mesma é a seguinte:

if(expressão){
instruções…
}

Sendo que a expressão é aquilo que será testado pelo if.

Ex:

Suponha que você queira verificar se o usuário digitou mesmo um determinado número, 10 por exempo.

$numero = $_POST["numero"];

if($numero == 10)
{
echo “Parabéns você digitou o número correto”;
}

?>

Note que nesse exemplo as chaves poderiam ser omitidas e não teriamos problemas de sintaxe, pois temos apenas uma instrução abaixo o if…
Caso tivessemos mais, aí sim seria obrigatório, mas por questão de organização e legibilidade costumo colocar sempre.

O if retorna um valor boleano, ou true caso a condição seja verdadeira, ou false caso a condição falhe…Digamos que nosso programa seja apenas isso e se o usuário digitar qualquer valor diferente de 10, nada seria mostrado na tela.

Mas geralmente você vai querer excecutar uma instrução para quando o teste do if for false. É aí que entra o else “senão”. Ele permite instruir ao script para executar um outro fragmento de código caso o if de false…
ex:

$numero = $_POST["numero"];

if($numero == 10)
{
echo “Parabéns você digitou o numero correto”;
}
else
{
echo “Pena você entrou com um valor diferente de 10″;
}

?>

Elseif

Elseif, como seu nome sugere, é uma combinação de if e else.
Ele permite um poder de decisão maior ao seu script, pois se o teste 1 falhar ele tentará executar o segundo e assim por diante, segue um exemplo clássico de seu uso…

if ($a > $b)
{
echo “a é maior que b”;
}
elseif ($a == $b)
{
echo “a é igual a b”;
}
else
{
echo “a é menor que b”;
}

?>

Dica: sempre que abrir uma chave “{” feche logo em seguida “}” para evitar esqueçer de fazer isso mais tarde…

while

Loops while são o tipo mais simples de criar um ‘loop’ em PHP. O formato básico de um comando while é:

while (expressao) instruções

O significado de um comando while é simples. Ele pede que o PHP execute os comandos aninhados repetidamente, enquanto a expressão do while é avaliada como TRUE. O valor da expressão é verificada cada vez que se passa no começo do ‘loop’, desta forma, mesmo que este valor mude durante a execução do(s) comando(s) aninhado(s), a execução não parará até que o fim da iteração (cada vez que o PHP executa os comandos dentro do ‘loop’ é uma iteração). Às vezes, se a expressão while for avaliada como FALSE logo no início, o(s) comando(s) aninhado(s) não será(ão) rodado(s) nem uma vez sequer.

Como no comando if, você pode agrupar múltiplos comandos dentro do mesmo laço while englobando um grupo de instruções com chaves, ou usando a sintaxe alternativa:

while (expressao)
{
instrucoes …
}

Para ficar mais claro de entender, vamos montar um script que escreva os números de 1 a 10 um abaixo do outro, ok?


$i = 1; // $i será nosso controlador ele dirá quantas vezes o script será executado, nesse caso 10…while ($i <= 10) {echo $i++; // nesse caso será mostrado o valor e logo após será adicionado mais uma ao seu valor}?>

do..while

Loops do while são bem similares aos loops while, exceto pelo fato de que a condição é verificada no fim de cada iteração em vez de no começo.
Há apenas uma sintaxe para loops do..while:

$i = 0;
do
{
echo $i++;
}
while ($i > 10);
?>

Note que nessa estrutura o comando sempre será executado ao menos uma vez…
pos a condição é verificado apenas no final, ou seja após a primeira interação…

for
Loops for são os laços mais complexos em PHP, pois no mesmo corpo você inicia a variável de controle, diz até quando será executada, e faz o incremento, ou decremento dependendo do caso. Sua sitaxe é a seguinte…

for (expr1; expr2; expr3) {
instrucoes
}

Vamos ao nosso exemplo que imprime os números de 1 a 10, mas dessa vez vamos nos aventurar mais, vamos montar a tabuada do 10, rs…Super útil…


for ($i = 1; $i <= 10; $i++)
{
echo $i . “X” . 10 . “=” . $i*10 . “
”;
}

?>

Vamos a outro exemplo espetacular. Lembra dos simpsons onde o pobre barth sempre fica de castigo escrevendo 500 vezes algo no quadro negro? Se ele soubesse php seria muito mais simples…

for ($i = 1; $i <= 500; $i++)
{
echo “Eu sou um bom aluno
”;
}
?>

foreach

Esse construtor da lingagem oferece uma maneira fácil de trabalhar com matrizes “arrays”. Foreach funciona somente com arrays, e lançará um erro se tentar utilizá-lo em uma variável de qualquer tipo diferente ou vamos a um exemplo de seu uso.

foreach (expressao_array as $chave => $valor){ instrucoes }

/* exemplo foreach 1: somente valores */

$a = array(1, 2, 3, 17);

foreach ($a as $v) {
echo “Valor atual de \$a: $v.\n”;
}

/* exemplo foreach 2: valores (com as chaves impressas para ilustração) */

$a = array(1, 2, 3, 17);

$i = 0; /* para exemplo somente */

foreach ($a as $v) {
echo “\$a[$i] => $v.\n”;
$i++;
}

/* exemplo foreach 3: chaves e valores */

$a = array (
“um” => 1,
“dois” => 2,
“três” => 3,
“dezessete” => 17
);

foreach ($a as $k => $v) {
echo “\$a[$k] => $v.\n”;
}

/* exemplo foreach 4: arrays multidimensionais */

$a[0][0] = “a”;
$a[0][1] = “b”;
$a[1][0] = “y”;
$a[1][1] = “z”;

foreach ($a as $v1) {
foreach ($v1 as $v2) {
echo “$v2\n”;
}
}

/* exemplo foreach 5: arrays dinâmicos */

foreach (array(1, 2, 3, 4, 5) as $v) {
echo “$v\n”;
}
?>

Funções

O que é uma função?

Funções são responsáveis por realizar uma ou mais tarefas definidas ou não pelo programador. Não entendeu? Ok.

Suponhamos que dentro de um script PHP, você irá usar uma mesma expressão matemática várias vezes, ex:

echo 10+(5*6)/14-2;
echo 10+(5*3)/14-2;
echo 10+(5*2)/14-2;

Obs.: No echo() não é necessário o uso de parênteses.

Repare que a única coisa que mudou foi o número multiplicado (6,3,2), mas seria muito mais fácil se criássemos uma função pra isso. Ficaria algo como:

function expressao($valor) {
echo 10+(5* $valor)/14-2;
}

Expressões

Então como ficariam as expressões? Simples:

expressao(6);
expressão(3);
expressão(2);

Como são definidas as funções?

Uma função é definida usando a palavra function, seguido pelo nome da função e por parêntese:

function nomeFuncao()

Em funções podem ser usadas tanto letras minúsculas como maiúsculas. Podem ser usados também underlines e números (no caso de números, não como primeiro caracter).

Errado: function 2quebraLinha() {
Errado: function quebraLinha@() {

Você também pode usar variáveis dentro dos parênteses. Estas devem ser separadas por vírgulas, as variáveis definidas aqui só poderão ser usadas dentro das funções, elas poderão ter um valor definido. Quando for usar a função, se você definir um valor no local da variável, o valor padrão será perdido, e o novo valor será dado àquela variável.

Um exemplo:

function mostraValor($variavel= ‘padrão’) {
echo $variavel;
}

Nesse caso a string “padrão” foi definida padrão para a variável $variavel. Se você usar a função sem definir nenhum argumento, ela irá mostrar o texto padrão, no caso “padrão”:

mostraValor();

Mas se você colocar um outro valor dentro dos parênteses no uso da função, o valor novo definido será mostrado:

mostraValor(“Novo texto aqui”);

Irá mostrar “Novo texto aqui”.

A mesma coisa vale para mais argumentos definidos:

function mostraValor($valor=”padrão”,$segundoValor) {

Depois dos parênteses será usando chaves e toda definição da função deverá estar dentro dela:

function mostraValor($valor=”padrão”) {
// Aqui os parâmetros da função
}

Return

O que é “return”?

return é palavra usada pra retornar algum valor da função para uma nova variável definida, como exemplo, vamos voltar à primeira expressão matemática: Se você não quisesse mostrar as expressões e sim guardar os resultados em variáveis, você poderia usar uma função parecida com essa:

function expressao($valor) {
$novoValor = 10+(5* $valor)/14-2;
return $novoValor;
}

Assim, uma nova variável poderia receber o resultado. Seguindo os exemplos anteriores, ficaria assim:

$exp1 = expressao(6);
$exp2 = expressao(3);
$exp3 = expressao(2);

O uso do “return” significa o fim da função, tudo que for usado após o return erá perdido.

Obs.: Só quero ressaltar que na função podem ser usados variáveis de qualquer tipo, inteiros, strings, boolean, arrays, etc, os valores retornadas (com o return) seguem a mesma regra.

Fim do Módulo – 2

Modulo 003
PHP Módulo – 3
Introdução

Variáveis Predefinidas
Escopo de variáveis
Cookies
Sessions

Variáveis Predefinidas

$GLOBALS
Contém um referência para todas as variáveis que são atualmente disponíveis dentro do escopo global do script. As chaves desse array são os nomes das variáveis globais.
$GLOBALS existe desde o PHP 3.

$_GET
Variáveis postadas para o script via método HTTP GET. Análogo ao antigo array $HTTP_GET_VARS (que ainda continua disponível, mas em decadência).

$_POST
Variáveis postadas para o script via método HTTP POST. Análogo ao antigo array $HTTP_POST_VARS (que ainda continua disponível, mas em decadência).

$_COOKIE
Variáveis postadas para o script via cookies HTTP. Análogo ao antigo array $HTTP_COOKIE_VARS (que ainda continua disponível, mas em decadência).

$_FILES
Variáveis postadas para o script via transferência de arquivos HTTP. Análogo ao antigo array $HTTP_POST_FILES (que ainda continua disponível, mas em decadência).
Veja uploads via método POST para maiores informações.

$_ENV
Variáveis disponíveis no script do ambiente de execução. Análogo ao antigo array $HTTP_ENV_VARS (que ainda continua disponível, mas em decadência).

$_REQUEST
Variáveis postadas para o script por todas os mecanismos de input GET, POST, e COOKIE não podem ter seu conteúdo garantido de qualquer forma.
A presença e a ordem de inclusão das variáveis nesse array é definida de acordo com a diretiva de configuração variables_order. Este array não tem um equivalente nas versões anteriores do PHP 4.1.0. Veja também import_request_variables().

$_SESSION
Variáveis que estão atualmente registradas na sessão do script. Análogo ao antigo array $HTTP_SESSION_VARS (que ainda continua disponível, mas em decadência).
Veja a sessão funções de manipulação de Sessões para maiores informações.

$_SERVER
Variáveis criadas pelo servidor web ou diretamente relacionadas ao ambiente de execução do script atual. Análogo ao antigo array $HTTP_SERVER_VARS (que ainda continua
disponível, mas em decadência).

$_SERVER é um array contendo informações como headers, caminhos e localizações do script. Os itens deste array são criados pelo servidor web. Não há garantias que todos os servidores web gerem todas elas: alguns servidores talvez omitam algumas ou geram outras que não estão listadas aqui. Mesmo assim, um grande número dessas variáveis estão de acordo com a especificação CGI 1.1, então você pode esperar encontrá-las nesse array.

PHP_SELF
O nome do arquivo do script atualmente em uso, relativo ao document root. Por exemplo, $_SERVER['PHP_SELF'] em um script com o endereço
http://example.com/test.php/foo.bar pode ser /test.php/foo.bar. A constante __FILE__ contém o caminho completo e nome do arquivo (mesmo incluído) atual.
Se estiver rodando o PHP em linha de comando, esta variável não está disponível.

argv
Array de argumentos passado para o script. Quando o script é executado na linha de comando, isto permite um acesso aos parâmetros de linha de comando no estilo do C.
Quando chamado via método GET, ele conterá a query string.

argc
Contém o número de parâmetros da linha de comando passados para o script (se executando da linha de comando).

GATEWAY_INTERFACE
O número de revisão da especificação CGI que o servidor está utilizando, por exemplo : ‘CGI/1.1′.

SERVER_NAME
O nome host do servidor onde o script atual é executado. Se o script está rodando em um host virtual, este será o valor definido para aquele host virtual.

SERVER_SOFTWARE
A string de identificação do servidor, fornecida nos headers quando respondendo a requests.

SERVER_PROTOCOL
Nome e número de revisão do protocolo de informação pelo qual a página foi requerida, por exemplo ‘HTTP/1.0′;

REQUEST_METHOD
Contém o método de request utilizando para acessar a página. Geralmente ‘GET’, ‘HEAD’, ‘POST’ ou ‘PUT’.

QUERY_STRING
A query string (string de solicitação), se houver, pela qual a página foi acessada.

DOCUMENT_ROOT
O diretório raiz sob onde o script atual é executado, como definido no arquivos de configuração do servidor.

HTTP_ACCEPT
O conteúdo do header Accept: da requisição atual, se houver.

HTTP_ACCEPT_CHARSET
O conteúdo do header Accept-Charset: da requisição atual, se houver. Exemplo: ‘iso-8859-1,*,utf-8′.

HTTP_ACCEPT_ENCODING
O conteúdo do header Accept-Encoding: da requisição atual, se houver. Exemplo: ‘gzip’.

HTTP_ACCEPT_LANGUAGE
O conteúdo do header Accept-Language: da requisição atual, se houver. Exemplo ‘en’.

HTTP_CONNECTION
O conteúdo do header Connection: da requisição atual, se houver. Exemplo: ‘Keep-Alive’.

HTTP_HOST
O conteúdo do header Host: da requisição atual, se houver.

HTTP_REFERER
O endereço da página (se houver) através da qual o agente do usuário acessou a página atual. Essa diretiva é informada pelo agente do usuário.
Nem todos os browsers geram esse header, e alguns ainda possuem a habilidade de modificar o conteúdo do HTTP_REFERER como recurso. Em poucas palavras, não é confiável.

HTTP_USER_AGENT
O conteúdo do header User-Agent: da requisição atual, se houver. É uma string denotando o agente de usuário pelo qual a página é acessada.
Um exemplo típico é: Mozilla/4.5 [en] (X11; U; Linux 2.2.9 i586). Além de outras coisas,
você pode utilizar este valor com get_browser() para personalizar a geração de suas páginas para as capacidades do agente do usuário.

REMOTE_ADDR
O endereço IP de onde o usuário está visualizado a página atual.

REMOTE_HOST
O nome do host que o usuário utilizou para chamar a página atual. O DNS reverso (lookup) do REMOTE_ADDR do usuário.
Nota: Seu servidor web precisa estar configurado para criar essa variável. Por exemplo, no Apache você precisa colocar um HostnameLookups On
dentro do httpd.conf. Veja também gethostbyaddr().

REMOTE_PORT
A porta TCP na máquina do usuário utilizada para comunicação com o servidor web.

SCRIPT_FILENAME
O caminho absoluto o script atualmente em execução.
Nota: Se o script for executado pela CLI com um caminho relativo, como file.php ou ../file.php, $_SERVER['SCRIPT_FILENAME'] irá conter o caminho relativo especificado pelo usuário.

SERVER_ADMIN
O valor fornecido pela diretiva SERVER_ADMIN (do Apache) no arquivo de configuração do servidor. Se o script está sendo executado em um host virtual, este será os valor definido para aquele host virtual.

SERVER_PORT
A porta na máquina servidora utilizada pelo servidor web para comunicação. Como default, este valor é ’80′. Utilizando SSL, entretanto, mudará esse valor para a porta de comunicação segura HTTP.

SERVER_SIGNATURE
String contendo a versão do servidor e nome do host virtual que é adicionado às páginas geradas no servidor, se ativa.

PATH_TRANSLATED
O caminho real do script relativo ao sistema de arquivos (não o document root), depois realizou todos os mapeamentos de caminhos (virtual-to-real).
Nota: A partir do PHP 4.3.2, PATH_TRANSLATED não mais existe implicitamente sob a SAPI do Apache 2, ao contrário da mesma situação no Apache 1, onde ela tinha o mesmo valor da variável de servidor SCRIPT_FILENAME, quando a mesma não era configurada pelo Apache. Essa mudança foi realizada para conformidade com a especificação CGI, onde PATH_TRANSLATED deve existir somente se PATH_INFO estiver definida.
Apache 2 users may use AcceptPathInfo = On inside httpd.conf to define PATH_INFO.

SCRIPT_NAME
Contém o caminho completo do script atual. Útil para páginas que precisam apontar para elas mesmas (dinamicamente). A constante __FILE__ contém o caminho completo e nome do arquivo (mesmo incluído) atual.

REQUEST_URI
O URI fornecido para acessar a página atual, por exemplo, ‘/index.html’.

PHP_AUTH_USER
Quando executando sob o Apache como módulo e fazendo autenticaçào HTTP, esta variável estará definida com o username fornecido pelo usuário.

PHP_AUTH_PW
Quando executando sob o Apache como módulo e fazendo autenticaçào HTTP, esta variável estará definida com a senha fornecida pelo usuário.

AUTH_TYPE
Quando executando sob o Apache como módulo e fazendo autenticaçào HTTP, esta variável estará definida com o tipo de autenticação utilizado.
Esta é uma variável ‘superglobal’, ou automaticamente global. Isto significa que ela é disponível em todos os escopos (níveis) de um script.
Você não precisa fazer um global $_SERVER; para pode acessá-la dentro de funções ou métodos, como era necessário com $HTTP_SERVER_VARS.

Escopo de variáveis

Quando uma variável é usada dentro de uma função, pode haver uma outra variável com o mesmo nome que é utilizada em outra função ou no código do programa principal. São espaços de memória diferentes, e cada uma funciona dentro do seu contexto, ou seja, a variável definida dentro de uma função só pode ser acessada ali dentro. Fora dali seu valor não é acessível em nenhuma outra parte do programa, mas é possível usar dentro de uma função o valor de uma variável existente também no programa principal, tem dois jeitos para isso:

Defini-la como global no inicio da função ou utilizar o array predefinido $GLOBALS, que utiliza os nomes das variáveis como associativa

Exemplo:


$num = 1500;
function escopo()
{
global $num;
$num += 5;
echo $num.“
”;
}
echo $num.“
”;
escopo();

?>

Cookies

O famoso cookie que nós conhecemos hoje foi criado em junho de 1994
Antigamente cada visita a um site era como se fosse a primeira visita, sem forma automática de se saber se um usuário já esteve ali, ou que páginas havia consultado. Qualquer transação comercial tinha que ser feita do início ao fim em uma só visita, e os visitantes tinham que passar pelas mesmas páginas vezes seguidas ,era como visitar uma loja onde o vendedor tinha amnésia.

O criador do cookie chama-se Lou Montulli, ele foi o nono funcionario a ser contratado por uma empresa que logo depois se tornaria a Netscape Communications, Montulli era um hacker, mas naquele tempo o nome hacker era usado no bom sentido quando uma pessoa entendia muito de computadores. Quando ele teve a ideia de inventar o cookie a solução encontrada era que cada computador de site da Web colocasse um pequeno arquivo na máquina de cada visitante, que acompanhasse seus passos dentro do site visitado. Montulli chamou essa nova tecnologia de “objeto do estado de cliente persistente”, mas ele tinha um nome mais charmoso em mente, um do início da computação. Naquela época, as máquinas trocavam pedaços de informação para propósitos de identificação e os primeiros programadores chamaram os dados trocados de “magic cookies”, biscoitos mágicos. Montulli chamou sua invenção, descendente direta desses, de “cookie”, biscoito.

Foi um marco na história da computação: de um só golpe, os cookies mudaram a Web, que passou de um lugar de visitas descontínuas para um ambiente rico, no qual comprar, brincar e até viver, para alguns.

Fundamentalmente, os cookies alteraram a natureza da navegação pela Web. Ela passou de uma atividade relativamente anônima, como caminhar pelas ruas de uma metrópole, para um ambiente onde os registros das transações, movimentos e até desejos podem ser armazenados, avaliados, minados e vendidos.

Graças aos cookies, um cliente que faz uma compra em um site pode abandonar seu carrinho de compras antes de finalizar a compra e voltar mais tarde ao site, que perguntará se ele deseja fazer seu pedido.
Os cookies também permitem aos sites mostrarem anúncios diretamente ligados às partes do site visitadas pelo navegador. Assim, alguém visitando um site orientado para a saúde que lê informações sobre drogas para diabetes poderá ver um anúncio de nova medicação para a doença.

Todas essas funções podem ser feitas sem o conhecimento do nome do visitante, porque o identificador anônimo e único incluído no cookie, é suficiente. Mas, se um proprietário de site da Web combinar esse identificador com informações pessoais do visitante, do momento de sua inscrição no site, por exemplo, então o cookie se torna um mecanismo poderoso de monitoramento individual.

O php usa a função setcookie para enviar o cookie para o usuário essa função também é usada para excluir o próprio cookie, exemplo de criação de um cookie:

setcookie(“nome_do_cookie”, “valor_do_cookie”, “tempo de expiração”);
No tempo de expiração você pode usar a função time() + os segundos veja exemplo


setcookie(“cookie”, “teste”, time() + 3600);

?>

Esse cookie tem uma validade de 1 hora


setcookie(“cookie”, “teste”, time() + 3600*24*365);

?>

Esse cookie tem validade de um ano

3600 segundos = 1 hora
3600 segundos vezes 24 horas
24 horas vezes 365 dias

Para excluir um cookie basta fazer a mesmo sistema que criar ele, mas usando um prazo de expiração negativa.


setcookie(“cookie”, “teste”, time() – 3600*24*365);

?>

Veja acima o cookie que tinha validade de um ano será excluído pq foi passado que o tempo dele agora é de um ano atrás, ou seja, já acabou.

Sessions

Uma sessão (session) é um período de tempo durante o qual uma pessoa navega num site.
Uma sessão é gravada no servidor, e o tempo de duração de uma sessão pode ser ate o usuário fechar a página.
Quando o usuário entra no site criamos uma sessão e ela recebe um número identificador único, chamado de session_id, para uma pagina ter o acesso aos dados da sessão ela tem que ter esse número identificador.

Para criar uma sessão sempre se utiliza session_start() e antes de qualquer saída html.

Exemplo:


session_start();

$_SESSION["teste"] = 1;

?>

Foi criado uma sessão com o nome se teste e valor 1

E nas paginas seguintes você pode restaurar esse valor assim:


session_start();

echo $_SESSION["teste"];

?>

Você pode usar session_register() para registrar suas variáveis, no caso, o nome da variável na sessão será a mesma do nome da variável gravado, exemplo:

$linguagem = “PHP”;
session_register(“linguagem”);

Nesse caso foi gravada a variável $linguagem na variável de sessão “linguagem”, eis a vantagem de se usar $_SESSION que é recomendado a partir da versão 4.1, já que você poderá definir o nome da variável na sessão.

Obs.:
session_register trabalha com register_globals on, e como está em extinção o uso em on, é sempre recomendado então usar $_SESSION, aliás, as facilidades são muito maiores, já que você trabalhará com elas como uma variável normal.

Onde posso usar sessões?

Na verdade, as sessões são geralmente usadas pra criar lojas virtuais e sistemas de login, onde o usuário entrará com usuário e senha em um formulário. Buscará no banco de dados (ou o que estiver usando com um) e se achar algum usuário gravará na sessão uma identificação que dirá que ele já foi logado. Isso somente durará até o fechamento do browser. Logo, grande parte dos websites ainda usam cookies por esse motivo. Até hoje, a única maneira de você sair de um site, entrar mais tarde e tudo estar do jeito que você via antes é usando os cookies.

Fim do Módulo – 3

Modulo 004
PHP Módulo – 4
Introdução

require
include
require_once
include_once
Autenticação HTTP com PHP
Arrays
Header

require()

A instrução require() inclui a avalia um arquivo específico.

require() e include() são idênticos em todas as formas exceto pela manipulação de erros. include() produz um Warning enquanto require() produzirá um Fatal Error. Em outras palavras, não hesite em utilizar require() se na falta de um arquivo quiser parar o processamento da página. include() não se comporta da mesma maneira, e o script poderá continuar nessa situação. Em todo caso, vale a pena confirmar a configuração da diretiva include_path.

require ‘prepend.php’;
require $somefile;
require (‘somefile.txt’);
?>

include()

A instrução include() inclui e avalia o arquivo informado.

A documentação a seguir se aplica também a require(). Esses dois construtores são idênticos a exceção de como eles manipulam erros. include() produz um Warning enquanto require() produzirá um Fatal Error. Em outras palavras, utilize require() se você deseja que um arquivo faltando interrompa o processamento da página. include() não se comporta da mesma maneira, permitindo que o script continue nessas situações. Em todo caso, vale a pena confirmar a configuração da diretiva include_path. Esteja avisado que um erro de interpretação no arquivo incluído não causa o cancelamento do processamento.

Arquivos a incluir são procurados primeiramente no include_path relativo ao diretório atual de trabalho e depois no include_path relativo ao diretório atual do script. Por exemplo, se seu incluide_path é ., o diretório atual é /www/, se você incluiu include/a.php e há um b.php nesse arquivo, b.php será procurado primeiro em /www/ e somente depois em /www/include/.

Quando um arquivo é incluído, seu código entra no escopo de variável da linha onde a inclusão ocorre. Qualquer variável disponível da linha onde a chamada da inclusão ocorre estará disponível para o arquivo incluído, daquele ponto em diante.

vars.php

$cor = ‘verde’;
$fruta = ‘maçã’;

frutas.php


echo “Uma $fruta $cor”; // ira mostrar “Uma” e um notice que nao existe as variaveis $fruta e $cor

include ‘vars.php’;//inclue a pagina

echo “Uma $fruta $cor“; // ira mostrar “Uma maçã verde”

?>

require_once()

A instrução require_once() incluí e avalia o arquivo especificado durante a execução do script. Seu comportamento é similar ao da instrução require(), a não ser que o arquivo informado já tenha sido incluído, não refazendo a operação novamente. Veja a documentação de require() para maiores informações sobre como essa instrução funciona.

require_once() pode ser utilizado nos casos em que o mesmo arquivo pode acabar sendo incluído mais de uma vez durante a execução de um script em particular, quando na verdade ele só pode ser incluído apenas uma, para evitar problemas com redefinições de funções, alterações nos valores de variáveis, etc.

require_once(“a.php”); // isto irá incluir a.phprequire_once(“A.php”); // isto irá incluir a.php de novo no Windows!?>

include_once()

A instrução include_once() inclui e avalia o arquivo especificado durante a execução de um script. Seu comportamento é similar a instrução include(), a não ser que o arquivo informado já tenha sido incluído, não refazendo a operação novamente. Como o nome sugere, ele será incluído apenas uma vez.

include_once() pode ser utilizado nos casos em que o mesmo arquivo pode acabar sendo incluído mais de uma vez durante a execução de um script em particular, quando na verdade ele só pode ser incluído apenas uma para evitar problemas com redefinições de funções, alterações nos valores de variáveis, etc.

Para maiores informações utilizando require_once() e include_once(), veja o código do PEAR incluído nas últimas distribuições do código fonte do PHP.

include_once(“a.php”);
// isto irá incluir a.phpinclude_once(“A.php”); // isto irá incluir a.php de novo no Windows!?>

Autenticação HTTP com PHP

Autenticação via HTTP no PHP só é disponível quando o mesmo for executador como módulo do Apache e, portanto, não é disponível na versão CGI. Em um script PHP no módulo Apache, é possível usar a função header() para enviar uma janela de entrada “Authentication Required”. Uma vez que o usuário preencheu seu nome de usuário e senha, a URL contendo o script PHP será chamada de novo com as variáveis predefinidas PHP_AUTH_USER, PHP_AUTH_PW, e AUTH_TYPE contendo o nome de usuário, senha e tipo de autenticação, respectivamente. Essas variáveis predefinidas são achadas nos arrays $_SERVER e $HTTP_SERVER_VARS. Somente autenticação “Basic” (Básica) é suportada.

um exemplo simples :


session_start();

function Autenticar()
{
header(‘WWW-Authenticate: Basic realm = “Area Restrita”‘);
header(‘HTTP/1.0 401 Unauthorized’);
echo “

Acesso Restrito

”;
exit;
}

function Confere_Login($nome, $senha)
{
mysql_connect(“localhost”, “usuario”, “senha”);
mysql_select_db(“online”);
$re = mysql_query(“select count(*) as total from usuarios where nome = ‘$nome’ and senha = md5(‘$senha’)”);
mysql_close();
return mysql_result($re, 0, “total”);
}

if ( !isset($_SERVER["PHP_AUTH_USER"]) and !isset($_SERVER["PHP_AUTH_PW"]) )
{
Autenticar();
}

else
{
$total = Confere_Login($_SERVER["PHP_AUTH_USER"], $_SERVER["PHP_AUTH_PW"]);

if ( $total == 0 )
{
Autenticar();
}
}

?>

Arrays

Um array no PHP é atualmente um mapa ordenado. Um mapa é um tipo que relaciona valores para chaves. Este tipo é otimizado de várias maneiras, então você pode usá-lo como um array real, ou uma lista (vetor), hashtable (que é uma implementação de mapa), dicionário, coleção, pilha, fila e provavelmente mais. Como você pode ter outro array PHP como um valor, você pode facilmente simular árvores.

A explicação dessas estruturas estão além do escopo desse manual, mas você pode encontrar exemplos para cada uma dessas estruturas a seguir. Para mais informações sobre estruturas, refira-se a literatura externa sobre esses tópicos.
Sintaxe
Especificando com array()

Um array pode ser criado com o construtor de linguagem array(). Ele pega um certo número de pares separados por vírgula chave => valor .

array( [chave =>] valor
, …
)
// chave pode ser tanto string ou um integer
// valor pode ser qualquer coisa

$arr = array(“foo” => “bar”, 12 => true);
echo $arr["foo"];
echo $arr[12];
?>

A chave pode ser tanto um integer ou uma string. Se a chave é uma representação padrão de um integer, ele será interpretado assim (por exemplo, “8″ será interpretado como 8, enquanto “08″ será interpretado como “08″). Não há diferença entre arrais indexados e associativos em PHP, apenas um tipo de array, que pode ter índices inteiros ou string.

O valor pode ser qualquer tipo PHP:

$arr = array(“somearray” => array(6 => 5, 13 => 9, “a” => 42));
echo $arr["somearray"][6];
echo $arr["somearray"][13];
echo $arr["somearray"]["a"];
?>

Se omitir a chave quando fornece um novo item, o maior índice inteiro é obtido, e a nova chave será esse máximo + 1. Se você especificar uma chave que já possui um valor assimilada a ela, então o valor é sobrescrito.

array(5 => 43, 32, 56, “b” => 12);
array(5 => 43, 6 => 32, 7 => 56, “b” => 12);
?>

Indice de algumas funções do array:

array_change_key_case — Retorna um array com todas as chaves string em maiúsculo ou minúsculo
array_chunk – Divide um array em pedaços
array_count_values — Conta as frequências de cada valor de um array
array_diff — Analisa as diferenças entre arrays
array_fill — Preenche um array com valores
array_filter — Filtra os elementos de um array utilizando uma função
array_flip — Inverte as relações entre chaves e valores
array_intersect — Calcula a interseção entre arrays
array_key_exists — Checa se uma chave ou índice existe em um array
array_keys — Retorna todas as chaves de um array
array_map — Aplica uma função em todos os elementos dos arrays dados
array_merge_recursive — Funde dois ou mais arrays recursivamente
array_merge — Funde dois ou mais arrays
array_multisort — Ordena múltiplos arrays ou arrays multi-dimensionais
array_pad — Expande um array para um certo comprimento utilizando um determinado valor
array_pop — Retira um elemento do final do array
array_push — Adiciona um ou mais elementos no final de um array
array_rand — Retorna um ou mais elementos aleatórios de um array
array_reduce — Reduz um array para um único valor através de um processo iterativo utilizando uma função.
array_reverse — Retorna um array com os elementos na ordem inversa
array_search — Procura por um valor em um array e retorna sua chave correspondente caso seja encontrado
array_shift — Retira o primeiro elemento de um array
array_slice — Extrai uma parcela de um array
array_splice – Remove uma parcela do array e substitui com outros elementos
array_sum — Calcula a soma dos elementos de um array
array_unique — Remove o valores duplicados de um array
array_unshift — Adiciona um ou mais elementos no início de um array
array_values – Retorna todos os valores de um array
array_walk – Aplica uma determinada funcão em cada elemento de um array
array — Cria um array
arsort — Ordena um array em ordem descrescente mantendo a associação entre índices e valores
asort – Ordena um array mantendo a associação entre índices e valores
compact — Cria um array contendo variáveis e seus valores
count — Conta o número de elementos de uma variável
current – Retorna o elemento corrente em um array
each — Retorna o par chave/valor corrente de um array e avança o seu cursor
end — Faz o ponteiro interno de um array apontar para o seu último elemento
extract – Importa variáveis para a tabela de símbolos a partir de um array
in_array — Checa se um valor existe em um array
key – Retorna uma chave de um array associativo
krsort – Ordena um array pelas chaves em ordem descrescente
ksort – Ordena um array pelas chaves
list – Cria variáveis como se fossem arrays
natcasesort – Ordena um array utilizando o algoritmo da “ordem natural” sem diferenciar maiúsculas e minúsculas
natsort – Ordena um array utilizando o algoritmo da “ordem natural”
next – Avança o ponteiro interno de um array
pos – Retorna o elemento atual do array
prev – Retrocede o ponteiro interno de um array
range – Cria um array contendo uma faixa de elementos
reset – Faz o ponteiro interno de um array apontar para o seu primeiro elemento
rsort – Ordena um array em ordem descrescente
shuffle – Mistura os elementos de um array
sizeof – Apelido de count()
sort – Ordena um array
uasort – Ordena um array utilizando uma função de comparação definida pelo usuário e mantendo as associações entre chaves e valores
uksort – Ordena um array pelas chaves utilizando uma função de comparação definida pelo usuário.
usort – Ordena um array pelos valores utilizando uma função de comparação definida pelo usuário

Header
header – Envia um cabeçalho HTTP diretamente

header() é usado para enviar diretamete cabeçalhos HTTP headers.

O parâmetro opcional replace indica quando um cabeçalho deverá substituir um cabeçalho similar anterior, ou adicionar um segundo cabeçalho do mesmo tipo. Por padrão irá substituir, mas se você passar FALSE como segundo argumento você poderá forçar multiplos cabeçalhos do mesmo tipo. Por exemplo:

header(‘WWW-AuthenticateNegotiate’);
header(‘WWW-AuthenticateNTLM’, false);
?>

O segundo caso especial é o cabeçalho “Location:”. Não somente envia o seu cabeçalho para o browser, mas também retorna código de situação REDIRECT (302) para o browser a menos que algum código de situação 3xx já tenha sido definido.

header(“Location//www.mangosbrasil.com.br”); ?>

Scripts PHP normalmente geram conteúdo dinamico que não deva ser guardado em cache pelo browser do cliente ou qualquer cache de proxy entre o servidor e o browser do cliente. Muitos proxies e clientes são forçados a desabilitar o cache usando:

header(“ExpiresMon, 26 Jul 1997 05:00:00 GMT”);
header(“Last-Modified” . gmdate(“D, d M Y H:i:s”) . ” GMT”);
header(“Cache-Controlno-store, no-cache, must-revalidate”);
header(“Cache-Controlpost-check=0, pre-check=0″, false);
header(“Pragmano-cache”);
?>

Você pode pensar que suas páginas não são colocadas em cache mesmo que você não envie todos os cabeçalhos acima. Existem várias opções que os usuários podem definir em seus browser que mudam o funcionamento do cache. Enviando os cabeçalhos acima, você irá sobrescrever qualquer definição que faça seu script ser colocado em cache.

Adicionalmente as configurações, session_cache_limiter() e session.cache_limiter podem ser usadas para gerar automaticamente os cabeçalhos corretos quando estão sendo usadas sessões.

Lembre-se que header() deve ser utilizada antes que qualquer saida seja enviada, seja pelo HTML, linhas ou espaços em branco em um arquivo, ou a partit do PHP. É um erro muito comum ler código com a função include(), ou require(), ou outra função que acesse arquivos, e ter espaços ou linhas em branco antes da função header(). O mesmo problema existe quando usar um arquivo PHP/HTML.


header(‘Location//www.example.com/’);
?>

Nota: A partir do PHP 4, você pode usar o buffer de saída para contornar este problema, com a sobrecarga que toda a saída do browser será guardada em buffer no servidor até que voc^envie ele. Você poderá fazer isso usando ob_start() e ob_end_flush() no seu script ou definido a diretiva de configuração output_buffering no seu php.ini ou nos arquivos de configuração do servidor.

Se você queira que seja perguntado ao usuário para salvar os dados que você esta enviando, como um arquivo PDF gerado, você pode usar o cabeçalho Content-Disposition para recomendar um nome de arquivo e forçar o browser a mostrar uma caixa salvar arquivo.

// Nós estaremos enviando um PDF
header(‘Content-typeapplication/pdf’);
// Será chamado downloaded.pdf
header(‘Content-Dispositionattachment; filename=”downloaded.pdf”‘);
// A fonte do PDF é original.
readfile(‘original.pdf’);
?>

Fim do Módulo – 4

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